Salmo 118 – 6º Domingo do Tempo Comum, Ano A.

Salmo 118 – 6º Domingo do Tempo Comum – 12/02/2017

— Feliz o homem sem pecado em seu caminho,/ que na lei do Senhor Deus vai progredindo!

— Feliz o homem sem pecado em seu caminho,/ que na lei do Senhor Deus vai progredindo./ Feliz o homem que observa seus preceitos,/ e de todo o coração procura a Deus!

— Os vossos mandamentos vós nos destes,/ para serem fielmente observados./ Oxalá seja bem firme a minha vida/ em cumprir vossa vontade e vossa lei!

— Sede bom com vosso servo, e viverei,/ e guardarei vossa palavra, ó Senhor./ Abri meus olhos, e então contemplarei/ as maravilhas que encerra vossa lei!

— Ensinai-me a viver vossos preceitos;/ quero guardá-los fielmente até o fim!/ Dai-me o saber, e cumprirei a vossa lei,/ e de todo o coração a guardarei.

Download do MP3:
http://bit.ly/2jSFP58

Download da CIFRA:
http://bit.ly/2kcrQrF

Banda de rock peruana composta totalmente por freiras “viraliza” na internet.

Uma banda de rock peruana composta totalmente por freiras virou uma sensação na internet. Segundo a irmã Mônica Nobl, o grupo musical, chamado Siervas (“Servas” em espanhol), se formou em um convento em Lima.

Conversando sobre música, as freiras perceberam que várias delas sabiam tocar diferentes instrumentos.

“As pessoas se esquecem de que as freiras eram pessoas normais antes de se tornarem freiras. Nós somos como você, nós ouvimos música pop e rock a vida toda”, disse a religiosa.

A banda compôs músicas e gravou vídeos que viralizaram – para encontrá-la nas redes siervassociais, basta procurar por @SiervasMusica. As freiras se apresentaram para o papa Francisco durante uma visita dele ao México.

Depois disso, passaram a receber convites para se apresentar em diversos países. “Nós vamos para onde Deus aponta. Não temos planos preestabelecidos”, contou a irmã Mônica Bobl.

Fonte: BBC Brasil

Vereadora petista defende de modo enérgico a “laicidade” do Estado e gera polêmica em Araraquara-SP.

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Vereadora Thaianara durante a sessão. Foto G1.

Estudante de direito, Thainara Faria tem 22 anos, é a mulher mais jovem e a primeira negra a ocupar uma cadeira na Câmara de Araraquara. É filiada ao PT. Na primeira sessão ordinária do ano na Câmara Municipal de Araraquara (SP), causou polêmica ao justificar aos demais vereadores por que não participará do “rodízio” para ler um trecho da Bíblia.

Em seu primeiro discurso, ela afirmou que o Brasil é um Estado Laico e, por isso, as entidades governamentais têm que ser neutras em relação às religiões. E, em sua opinião, Estado Laico é aquele que segue o caminho do laicismo.

“Sou católica praticante, mas não posso doutrinar minha religião aos outros, isso é um erro. Meus princípios e o princípio religioso que sigo têm que ser para ‘Thainara Faria’ pessoa. A vereadora tem que representar o povo. Eu não posso colocar meus interesses particulares e pessoais de religião no ambiente político, isso é um erro”.

Segundo o regimento interno da Câmara, a leitura da Bíblia deve ser feita pelos parlamentares em todas as sessões, obedecendo à sequência da ordem alfabética. Caso algum não queira participar do rodízio, deve solicitar a retirada de seu nome da lista elaborada para este fim.

 “É uma infelicidade que o povo não tenha conhecimento e domínio da lei, mas o legislador, o vereador, o parlamentar, era pra ter o conhecimento da lei e não fazer nada que ferisse a constituição. A gente espera que o parlamentar conheça a constituição, conheça os princípios do nosso país, mas eles não conhecem”, criticou a vereadora.

Artigo na íntegra: G1

Grifo nosso.

***

Moralmente a justificativa dessa jovem vereadora é válida?

Primeiramente, vale à pena recordar que, como “católica praticante” (como Thainara refere a si mesma), ela jamais deveria ter se filiada ao PT. Como sabemos, um católico não deve filiar-se a partidos que abusam da pluralidade de opinião para defender atentados contra a lei moral, como o aborto e o casamento de pessoas do mesmo sexo. Como é de conhecimento de todos, no 3º Congresso do PT, ocorrido entre agosto e setembro de 2007, foi aprovada a resolução “Por um Brasil de mulheres e homens livres e iguais”, que inclui a “defesa da autodeterminação das mulheres, da descriminalização do aborto e regulamentação do atendimento a todos os casos no serviço público”. E todo político filiado é obrigado a acatar esta resolução, sob pena de “desligamento do Partido com renúncia obrigatória ao mandato” (Estatuto do PT, art. 128, §2º). Logo, todo petista é pró-aborto. Por isso, podemos duvidar da veracidade de suas palavras, quando afirma: “sou católica praticante”.

E por último, a vereadora Thainara se engana quando afirma: “Estado Laico é aquele que segue o caminho do laicismo”. Há uma grande diferença entre dois conceitos: laicidade e laicismo.

De modo bastante sucinto, a laicidade é característica dos Estados não confessionais que assumem uma posição de neutralidade perante a religião, a qual se traduz em respeito por todos os credos e inclusive pela ausência deles (agnosticismo, ateísmo). Já o laicismo, igualmente não confessional, refere-se aos Estados que assumem uma postura de tolerância ou de intolerância religiosa, ou seja, a religião é vista de forma negativa, ao contrário do que se passa com a laicidade.

“A Constituição Federal de 1988, como de resto a maioria das anteriores, não permite nem mesmo que se cogite ou suspeite de laicismo no Estado brasileiro. Com efeito, qualquer ideia de laicismo é repudiada ab ovo, pois já no preâmbulo de nossa Carta é solenemente declarado: “promulgamos, sob a proteção de Deus, a seguinte Constituição da República Federativa do Brasil” (g.n.). Obviamente, um Estado que se constitui sob a proteção de Deus pode ser tudo, menos um Estado ateu ou antirreligioso. Decerto, porém, que o apreço e o reconhecimento dos valores religiosos não ficaram somente no preâmbulo. Longe disso, a Constituição de 1988 foi bastante zelosa ao dispor sobre estes valores”.

Paulo Henrique Hachich De Cesare, Advogado.

Para a Revista Consultor Jurídico, 21 de março de 2012

Podemos até entender a posição dos demais vereadores de religiões não-cristãs que, por ventura se sintam incomodados. Mas é difícil compreender a atitude da vereadora Thaianara. Pode até ser que a leitura de trechos da bíblia em sessões camarárias, definida mediante imposição regimental, não seja um exemplo da Laicidade do Estado. Mas, em seu afã em defender um “Estado Laico”, a vereadora passa a defender uma postura laicista, vendo de forma negativa a religião cristã (a da maioria da população brasileira). Apesar do Estado ser laico, nossa Sociedade Brasileira não é laica.

Sacramento da Confissão: Não tenha medo!

Jesus veio ao nosso mundo para tirar o pecado; como disse São João Batista, “Ele é o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo” (Jo 1, 29).

O Filho de Deus não veio a este mundo para outra finalidade, senão esta. E para isso pregou o Evangelho da Salvação, instalou o Reino de Deus entre nós, instituiu a Igreja para levar a cabo esta missão de arrancar o pecado da humanidade, e morreu na Cruz, para com sua morte e ressurreição nos justificar diante da Justiça divina.

Com o preço infinito de Sua Vida, Ele pagou o nosso resgate, reparou a ofensa infinita que nossos pecados fazem contra a infinita Majestade de Deus. E deixou com a Sua Igreja a incumbência de levar o perdão a todos os que crerem no Seu Nome. É por meio da Confissão (= Penitência, Reconciliação) que a Igreja cumpre a vontade de Jesus de levar o perdão e a paz aos filhos de Deus.

Infelizmente muitos católicos ainda não se deram conta da importância capital da Confissão, que só na Igreja Católica existe.

“Alguém pode dizer: ‘Eu confesso-me apenas a Deus’. Sim, podes pedir perdão a Deus e dizer os teus pecados, mas os nossos pecados são também contra os irmãos, contra a Igreja, por isso é necessário pedir perdão à Igreja, aos irmãos, na pessoa do sacerdote (…) Vai em frente, que o sacerdote será bom. É Jesus que está lá e Jesus é o melhor dos padres, Jesus recebe-te, com tanto amor. Sê corajoso e vai à Confissão! (…) Quando nos transformamos a nós mesmos na única medida, sem ter de prestar contas a ninguém, fechamo-nos a Deus e aos irmãos. Pelo contrário, quando nos deixamos reconciliar por Jesus, encontramos a verdadeira paz”.

Pp. Francisco, 19 – II- 2014.

Água benta: significado e importância…

 

Quase todos os dias, antes ou durante a missa, sou solicitado para abençoar a água. Porém, muita gente não tem consciência do valor e da importância deste sacramental.

A água benta é um sacramental. Sempre que o sacerdote a benze, fá-lo em nome da Igreja e na qualidade de seu representante, cujas orações o nosso Divino Salvador sempre aceita com benevolência.

Usada com fé, aumenta em nós a Graça Santificante e atrai-nos a Benção Divina, para a alma e o corpo, põe em fuga o demônio, ajuda-nos a vencer as tentações, e alivia o sofrimento das almas do Purgatório. Tudo isto como resultado da eficácia que lhe confere a benção da Igreja, que lhe aplica os méritos do Divino Salvador. Santa Teresa tinha-lhe especial amor, como meio para pôr em fuga o demônio. Na Igreja recorda o nosso batismo, e ao traçarmos o sinal da cruz, em nome do Pai, e do Filho e do Espírito Santo, nos inserimos na paixão, morte e ressurreição de Jesus.

Salmo 111 – 5º Domingo do Tempo Comum, Ano A.

 

Salmos 111 – 5º Domingo do Tempo Comum Ano A

Música de Pe. Wenderson Nascimento

Em Bm Em
Uma luz brilha nas trevas para o justo, / Am Bm Em
permanece para sempre o bem que fez. (bis) Em Bm Em C Am Bm
1. Feliz o homem caridoso e prestativo,/ que resolve seus negócios com justiça./ Am Bm Em C Am Bm Em
Ele é correto, generoso e compassivo,/ como luz brilha nas trevas para os justos. Em Bm Em C Am Bm
2. Porque jamais vacilará o homem justo,/ sua lembrança permanece eternamente./ Am Bm Em C Am Bm Em
Ele não teme receber notícias más:/ confiando em Deus, seu coração está seguro. Em Bm Em C Am Bm
3. Seu coração está tranquilo e nada teme,/ ele reparte com os pobres os seus bens;/ Am Bm Em C Am Bm Em
permanece para sempre o bem que fez e crescerão a sua glória e seu poder.

5º Domingo do Tempo Comum, A

Informações básicas
– Espiritualidade laical.
– Oração – família, como confiamos na graça que o Senhor guarde.
– Leituras: Is 58, 7-10; Sl 111; 1 Cor 2, 1-5; Mt 5, 13-16.

“Que brilhe a vossa luz diante dos homens, para que vejam as vossas boas obras e louvem o vosso Pai que está nos céus”.

Logo após o Sermão da Montanha, s. Mateus insere um ensinamento de Jesus, o qual atribui aos seus discípulos a qualidade de serem “sal da terra e luz do mundo” (vv. 13-14). Já há alguns domingos temos tratado do tema da luz. Porém, hoje Jesus (a Luz verdadeira) envolve também seus discípulos neste compromisso de ser luz. Todos aqueles que se aproximaram de Jesus, os que ouviram suas Palavras foram investidos de uma responsabilidade, um compromisso: se tornar luz para os outros. Trata-se da mesma temática da primeira leitura e também do salmo hodierno.

salluzContudo, antes de usar o símbolo da luz, Jesus menciona o sal: símbolo do sabor, do gosto. A comida sem sal é insossa… Mas o que é para nós alguém “sem sal”? Você poderia me responder: “se refere a alguém ‘sem graça!’” Pois bem, usando do termo, não me refiro a alguém sem carisma, ou de ânimo apagado, mas de pessoas que vivem fora da Graça de Deus.

Vós sois o sal da terra  capaz de transmitir o gosto pela vida, de dar sabor à realidade terrena e problemática em que vivemos, sem transformar o mundo numa “salmoura”. Como tempero, o sal só faz bem, quando usado em quantidade em sua justa medida:

  • Quando pouco, deixa o prato insosso;
  • Quando muito, estraga o alimento, tornando-o impróprio para o consumo. Mas usado na “justa medida” é ótimo para realçar o sabor da comida.

Mas nunca deve sobressair-se em um prato. Isto é, quando usado, é sempre imperceptível (invisível). Assim deve ser o cristão leigo, inserido na realidade secular: deve dar gosto ao mundo, sem aparecer demais!

Na época de nossos antepassados, o único modo de se conservar a carne ou o peixe era salgando, fazendo a salmoura. Trazendo para o nosso contexto, nossa missão neste mundo é conservar em nós a esperança de salvação oferecida por Jesus. Ele é a própria Salvação, a Luz! Somos as lâmpadas que irradiam a luz de Cristo. Pois fomos iluminados e por isso, podemos transmitir a luz a quem está na escuridão, quem se auto excluiu da salvação e perdeu-se no caminho. Fazemos isso, através dos exemplos de nossas vidas. Nisto consiste a frase do Pobrezinho de Assis: Tomes cuidado com a tua vida, talvez ela seja o único evangelho que muitas pessoas lerão.

Na primeira leitura de hoje, o profeta Isaías nos fala da correta interpretação do jejum. Não se trata de fazer alguma abstinência ou privação. Se o jejum é penitência, precisa necessariamente me conduzir à caridade, a abertura àquele que sofre! É ser luz na vida do outro: para faminto, para o sem-teto e para o nú. Assim, o salmo de hoje encontrará plena eficácia em nós: “Uma luz brilha nas trevas para o justo, permanece para sempre o bem que fez” (Sl 111). Nossa Justiça vem de Cristo, assim, somos chamados a ser luz! Como foi s. Paulo junto à comunidade de Corinto (segunda leitura). Ele mesmo diz que não pregou com palavras difíceis, “a não ser Jesus Cristo, e este, crucificado”. Por isso, foi um homem luminoso (e iluminado por Cristo), apesar de ser frágil e amedrontado, como ele mesmo diz. E com a sua simplicidade de vida a Comunidade foi iluminada. Muitas vezes não conseguimos ser luz nem mesmo em nossa casa, junto a nossa família. Devido a nossa falta de exemplo, de paciência e de perseverança. Concluo com uma frase de um outro grande santo da Igreja, santo Antônio de Pádua:  “Cessem, portanto, os discursos e falem as obras. Estamos saturados de palavras, mas vazios de obras”.